Princesinha do Mar

4. Copacabana - Rio de Janeiro

“E à tardinha o sol poente
Deixa sempre uma saudade na gente
(…)
Ao te beijar ficou perdido de amor
E hoje vivo a murmurar
Só a ti … eu hei de amar”

Por Alberto Ribeiro e Braguinha

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17 Responses to “Princesinha do Mar”


  1. 1 anonimo Julho 24, 2009 às 08:48

    …Profundo…
    …Como o Mar…

  2. 2 pilantra Julho 24, 2009 às 21:56

    Nem dou por isso! Não me sai da cabeça o Miguel Vale de Almeida nas listas do Sócrates.
    Apesar da IVG.
    Apesar do horror da MFL mais o dr.Cavaco.
    E eu até sei que nada se faz sem arregaçar as mangas e meter as mãos na merda.
    E perguntava eu por que motivo não andaria o isto diz-me respeito.

    Esqueci-me, evidentemente, da busca de melhor oportunidade.

  3. 3 Da Aldeia Julho 26, 2009 às 00:23

    é muito bonito sim, anónimo.
    abraço

  4. 4 Da Aldeia Julho 26, 2009 às 00:25

    esquecimento desastroso esse, menina Pilantra! 😉

  5. 5 pilantra Julho 27, 2009 às 18:09

    Pois é.
    Só que já não me apetece.

  6. 6 Wasp Julho 27, 2009 às 22:57

    Quando é que a menina Da Aldeia me leva numa das suas viagens? 🙂

  7. 7 pilantra Julho 30, 2009 às 20:14

    Atenção que é importante:

    Publicada hoje em Diário da República, a Lei n.º 33/2009 (ver anexo) da Assembleia
    da República (AR), “reconhece e garante a todo o cidadão
    admitido num serviço de urgência do Serviço Nacional de Saúde o
    direito de acompanhamento por uma pessoa por si indicada”.

  8. 8 Wasp Julho 31, 2009 às 20:00

    Isso é bom!
    Como é que se processa? É ir ao notário fazer essa declaração e apresentá-la se vier a ser necessário? Pergunto isto porque, se o/a internado/a estiver inconsciente, não poderá fazer valer a sua vontade.

  9. 9 pilantra Agosto 2, 2009 às 00:16

    Diário da República, 1.ª série — N.º 134 — 14 de Julho de 2009 4467
    ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
    Lei n.º 33/2009
    de 14 de Julho
    Direito de acompanhamento dos utentes dos serviços
    de urgência do Serviço Nacional de Saúde (SNS)
    A Assembleia da República decreta, nos termos da
    alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:
    Artigo 1.º
    Direito de acompanhamento
    É reconhecido e garantido a todo o cidadão admitido
    num serviço de urgência do Serviço Nacional de Saúde
    (SNS) o direito de acompanhamento por uma pessoa indicada
    nos termos do artigo 2.º
    Artigo 2.º
    Acompanhante
    1 — Todo o cidadão admitido num serviço de urgência
    tem direito a ser acompanhado por uma pessoa por si
    indicada e deve ser informado desse direito na admissão
    pelo serviço.
    2 — Os serviços de urgência devem, através de serviços
    técnicos adequados, promover o direito referido no número
    anterior sempre que a situação clínica do doente não permita
    a declaração da sua vontade, podendo para esse efeito
    os serviços solicitar a demonstração do parentesco ou da
    relação com o paciente invocados pelo acompanhante, mas
    não podem impedir o acompanhamento.
    Artigo 3.º
    Limites ao direito de acompanhamento
    1 — Não é permitido acompanhar ou assistir a intervenções
    cirúrgicas e outros exames ou tratamentos que,
    pela sua natureza, possam ver a sua eficácia e correcção
    prejudicadas pela presença do acompanhante, excepto se
    para tal for dada autorização expressa pelo clínico responsável.
    2 — O acompanhamento não pode comprometer as condições
    e requisitos técnicos a que deve obedecer a prestação
    de cuidados médicos para que estes sejam eficazes.
    3 — Nos casos previstos nos números anteriores, compete
    ao profissional de saúde responsável pela execução
    do acto clínico em questão — exame, técnica ou tratamento
    — informar e explicar ao acompanhante os motivos que
    impedem a continuidade do acompanhamento.
    Artigo 4.º
    Direitos e deveres do acompanhante
    1 — O acompanhante tem direito a informação adequada
    e em tempo razoável sobre o doente, nas diferentes
    fases do atendimento, com as excepções seguintes:
    a) Indicação expressa em contrário do doente;
    b) Matéria reservada por segredo clínico.
    2 — O acompanhante deve comportar -se com urbanidade
    e respeitar e acatar as instruções e indicações, devidamente
    fundamentadas, dos profissionais de serviço.
    3 — No caso de violação do dever de urbanidade, desobediência
    ou desrespeito, os serviços podem impedir o
    acompanhante de permanecer junto do doente e determinar
    a sua saída do serviço de urgência, podendo ser, em sua
    substituição, indicado outro acompanhante nos termos
    do artigo 2.º
    Artigo 5.º
    Adaptação dos serviços
    As instituições do SNS que disponham de serviço de
    urgência devem, no prazo de um ano a partir da data de
    publicação desta lei, proceder às alterações necessárias
    nas instalações, organização e funcionamento dos respectivos
    serviços de urgência, de forma a permitir que os
    doentes possam usufruir do direito de acompanhamento
    sem causar qualquer prejuízo ao normal funcionamento
    daqueles serviços.
    Artigo 6.º
    Regulamentos
    O direito de acompanhamento nos serviços de urgência
    deve estar consagrado no regulamento da respectiva instituição
    de saúde, o qual deve definir com clareza e rigor as
    respectivas normas e condições de aplicação.
    Aprovada em 22 de Maio de 2009.
    O Presidente da Assembleia da República, Jaime
    Gama.
    Promulgada em 2 de Julho de 2009.
    Publique -se.
    O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.
    Referendada em 3 de Julho de 2009.
    O Primeiro -Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto
    de Sousa.

  10. 11 Da Aldeia Agosto 4, 2009 às 15:59

    ora aí está uma legislação que nos interessa! sempre em cima do acontecimento, menina Pilantra! 😉

  11. 12 Da Aldeia Agosto 4, 2009 às 16:01

    menina Wasp, eu não a posso levar assim numa viagem qualquer… vamos que a menina enjoa?! 😛

  12. 13 Wasp Agosto 4, 2009 às 17:42

    Não se preocupe com o meu enjoo, menina Da Aldeia. Já tenho algumas milhas no diário de bordo… vá, chega de desculpas! 😉

  13. 14 pilantra Agosto 8, 2009 às 23:20

    Mas que desculpa mais esfarrapada, ó menina Aldeã! Que vergonha!
    Está-me cá a parecer que quem enjoa é a menina Aldeã e não quer que se saiba da figura triste! eh eh eh

  14. 15 Da Aldeia Agosto 9, 2009 às 10:09

    não é uma desculpa esfarrapada menina Pilantra. não quero é que as pessoas se sintam mal à minha beira! 😛

  15. 16 pilantra Agosto 9, 2009 às 19:50

    Parece que há um céu cheio de esfarrapamentos desses, digo-lhe eu que sou sábia!

    Mais, vou nomeá-la para um prémio absolutamente indescartável: fica proibida de negar boleias à menina Wasp!
    Enjoada ou não enjoada, não é da sua conta.

    Estou a ver que a menina é da Aldeia de Ruins!

  16. 17 Wasp Agosto 13, 2009 às 17:25

    Obrigada, menina Pilantra!
    Menina Da-Aldeia-De-Ruins, faça o favor de cumprir!

    😉


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